Passa-se a vida querendo aprender a viver. Às vezes, acerta-se, outras, erra-se... Mas há sempre uma chance para aprendermos, corrigirmos os nossos erros e equívocos.
Às vezes, acha-se que se está certo e descobre-se um grande engano... Outras, pensa-se que fez-se tudo errado, e foi um sucesso. A vida é muito complexa. E muitas vezes não é nada justa. Mas precisamos aceitar o que não dá para mudar. O difícil é saber o que não pode ser mudado e o que pode (ou deve...). Quando aprendemos a diferença, visualiza-se que o tempo está se esvaindo... Mas assim é a vida. E mesmo com as dores e dificuldades, sabemos que é o nosso maior presente. Um presente frágil, único e valoroso. Um presente que passa rápido e que não volta... Um presente intransferível e que tantas vezes nos descuidamos dele. Aí, só nos resta lamentar e suspirar, pois o tempo não perdoa. Aliás, perdoar a si mesmo é, muitas vezes, mais difícil do que perdoar o outro. Realmente, estamos muito longe da perfeição.


